sábado, novembro 26, 2005

Quando a mão parece que vai escorregando...


A culpa é minha. Compreendo. Mas também é um pouco tua, não?. Sinto-me culpado. Mas também te culpo a ti. Sinto-me triste. Afastado do teu mundo. Não sei quando o abandonei, talvez há muito tempo...quando abandonei o meu... mas sentir que abandonei o teu doi. Perdoa-me. Luteipara entrar nele... e depois abandonei-o. Prometo que tenho razões...razões... desculpas minhas?...também fui preguiçoso. Eu sei. Desculpa-me.
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2 comentários:

Alexandre G. disse...

O assumir da "culpa" em ocasiões/momentos em que não estivémos tão bem...é em primeiro lugar um acto de humildade, em segundo lugar uma vontade... vontade de mudar ou alterar o que fizémos!
Não há que ter complexo em usar a palavra "desculpa"!Não há que ter complexo em desculpar... Neste caso usa-la-ás se assim o entenderes, o importante é que te construas todos os dias :) Com ou sem erros, com ou sem culpas, com ou sem pedidos de desculpas! Abraço deste teu novo leitor ;)

Anónimo disse...

A cavalaria começou a mexer, soaram os passos dos caminhantes. Novas paisagens iam surgindo, acompanhadas do rebuliço da descoberta. Quem ficou para trás, lá ficou. A aventura prossegue. E passa, e passa. Algum dia estabiliza. A população pára, e fica. Mas a poeira dos passos loucos e dos cavalos exaltados permanece no ar, por mais algum tempo. Quando ela baixa, começa-se a poder avistar, lá ao longe a terra deixada. Reencontra-se. Um dia destes.

O Sorriso